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5 coisas que você não percebeu, mas estão colocando sua obra em risco

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Gerenciar uma obra não é tarefa fácil. Os cuidados e a atenção são divididos por temas variados: Planejar, executar, verificar e agir.

 

Este último item costuma tirar o sono dos gestores, já que necessita de uma mão de obra que muitas vezes não é tão especializada quanto deveria.

 

Bem, quando falamos sobre riscos, eles estão suscetíveis desde uma pequena obra, até uma de grande porte. É preciso ficar atento quando o processo de verificação, para que a obra seja realizada com sucesso.

 

Para facilitar a vida dos gestores elencamos aqui os 5 principais itens que não podem ser ignorados e que podem colocar a sua obra em risco. Vamos lá:

 

1. Instalações elétricas.

 

 Muitas vezes nos preocupamos com o que está aparente e esquecemos de atentar ao que fica escondido dentro das paredes. Este é o caso das instalações elétricas.

A cada dia o número de aparelhos elétricos e eletrônicos vem aumentando e sem perceber eles são incorporados nas edificações sem que seja feita uma revisão da entrada do quadro elétrico e da carga que o imóvel suporta. Um exemplo bem comum disso são os aparelhos de ar condicionado, que pedem uma instalação especial, e que nem sempre é executada da maneira adequada.

Outra situação muito comum é a locação de um imóvel que visualmente está ótimo, entretanto tem fiação antiga ou poucas tomadas. E dá-lhe extensões, os famosos “benjamins” que se proliferam, e essas adaptações podem causar curtos circuitos e princípios de incêndio.

Finalmente, é importante atentar para o estado em que se encontra o quadro de entrada. Não adianta ter toda uma fiação nova se a fonte que alimenta tudo isso está ruim, antiga ou não suporta uma sobrecarga.

Uma instalação elétrica moderna e segura é a garantia contra incêndio.

 
2. Escadas

 

Se há uma estrutura que pode se tornar uma armadilha dentro de uma obra  são as escadas.

Quem nunca subiu uma escada inteira sem dificuldade e tropeçou só no seu último degrau? Ou desceu a escada toda sem qualquer problema e no último degrau sentiu que seu pé não chegava nunca ao chão e acabou pisando em falso?

Estas duas situações são muito comuns e acontecem porque o primeiro ou o último degrau da escada foram feitos com uma altura diferente dos demais a fim de compensar um cálculo equivocado.

À primeira vista isso pode parecer uma bobagem, afinal é apenas uma questão de hábito. Quando passamos a utilizar aquele caminho todo os dias o nosso cérebro acaba por se “acostumar” e se adapta àquela escada.

Agora pense numa situação de pânico, em que é necessária a evacuação rápida do edifício. Certamente esta “bobagem” se transforma num problema enorme e que pode colocar muitas vidas em risco.

Outro detalhe muito importante nas escadas são os corrimãos. Novamente, se pensarmos numa situação de risco, os corrimãos devem oferecer segurança às pessoas com diferentes estaturas e diferentes condições de locomoção, de forma que todas consigam sair do prédio com calma.

 

3. Pisos

 

Quando pensamos em uma reforma, a troca de piso realmente pode implicar em uma obra chata, quando não se tem verba disponível, pode atrapalhar a sua vida e te causar um transtorno pelo qual você não quer passar.

Então aqui eu coloco uma questão. O que é mais caro ou doloroso: fazer a troca do piso para algo que seja seguro e diminua sensivelmente o risco de acidentes, ou se acidentar e ter gastos com saúde?

Acidentes acontecem, é claro,mas o importante é que eles podem ser evitados, basta termos um olhar mais cuidadoso e prestarmos atenção aos materiais que escolhemos para revestimento de pisos.

 
4. Recalque
 
Um dos grandes problemas que atrapalha a infraestrutura da obra, é o recalque, geralmente sua causa pode ser devido o solo do terreno, não ser coesivo e/ou o laudo de sondagem não ter sido bem feito. Dependendo do tipo do recalque, pode prejudicar a obra por completo. E se eu disser que dá para identificar esse possível conflito a olho nu?
·Confira se ao usar o lavabo ou se o ralo do banheiro ao escoar a agua, em alguns instantes ela retorna a superfície;
·Observe se ao abrir uma porta ela encontrasse emperrada;
·Analise se alguns móveis estão ficando empenados.
Algumas dessas observações, podem te ajudar a identificar um possível recalque na sua obra
 
5. Forros e telhados
​​

 

Forros e telhados geralmente só chamam a atenção quando há um vazamento. De repente cai aquela chuvarada de verão e tudo fica alagado, e só então vem à lembrança aquela manutenção que foi deixada para depois.

Forros de estuque são comuns em casas antigas, e quanto maior a idade do imóvel maior é o risco de desabamento deste tipo de forro. Se forem notadas rachaduras e um aumento da quantidade de pó no ambiente é preciso ligar o sinal de alerta. É preciso agir com rapidez e substituir o estuque por outro tipo de forro.

Os forros de gesso são bem mais resistentes (desde que sejam bem instalados) e o maior problema realmente é sua baixa resistência à infiltração de água. Goteiras e vazamentos do telhado causam danos irreparáveis ao este tipo de forro.

Os forros modulares de isopor são bem comuns em escolas, entretanto não são recomendados por conta da sua baixa resistência ao fogo.

Nos telhados, os maiores perigos são estruturas deterioradas, sejam elas de madeira ou de metal. Enquanto as estruturas de madeira sofrem com a ação de cupins as estruturas metálicas podem oxidar com a presença de água.

 

As telhas quebradas ou deslocadas também são uma outra questão na manutenção dos telhados. Basta uma pequena falha na cobertura para que a água se infiltre e provoque danos em equipamentos e na instalação elétrica.

Finalmente o entupimento de calhas e coletores é mais uma dor de cabeça comum em escolas, principalmente aquelas que tenham muito verde em volta.

Todos estes problemas ficam “ocultos” e na correria do dia-a-dia nem sempre são lembrados. A melhor maneira de evitar todos estes contratempos e o surgimento de problemas maiores e que causem acidentes mais graves é a manutenção preventiva.

É preciso inspecionar os telhados, calhas, condutores e forros pelo menos a cada 6 meses, assim as medidas necessárias podem ser tomadas com antecedência.

Evitá-los é simples: manutenção, escolha dos materiais corretos e atendimento às normas e leis de segurança vigentes.
 

Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a gente através do email tipoarquitetos@gmail.com ou através do telefone 038 99878 7461. Será um prazer lhe atender.

 

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